Buffet sueco!

DSC00753Já estou de regreso a Helsinki. Estivemos ai apenas algumas horas, sete para ser exato, mas foi muito intenso. Fredrick está exausto e descansando, assim que eu aproveito esta oportunidade para inspirarme olhado para fora da janela vendo o Mar Báltico.

Mas começamos por ontem pela tarde as 20:00h. Hora do Buffet.

Fredrick me disse que isso poderia ser o paraiso para mim… em realidade foi.

Haviam varias mesas. A primeira era típica Escandinava.

-Salada de camarão “Skangeröra”.

-Salmão Gravad fresco e defumado.

-Camarão Rakor na chapa.

-Almondegas Köttbullar suecas.

-Crepes Finska Pannkakor com geleia de groselha, tipicas de Finlândia.

– Salmão ao vapor.

-Filet de arenque com mostarda e ao natural.dsc00750_600x600_100kb

Logo estava uma mesa internacional com sushi, pratos italianos, tomates secos com queijo e Fricadelle, almondegas italianas.

Com respeito a isso, finalmente descubri o segredo! Tanto o restaurante como A Dama e o Vagabundo tem a tradução errada. Em realidade a tradução correta em italiano é Polpette. Fricadelle é em realidade o dinamarquês para almondegas.

Me preparao um taco mexicano, coloco carne, alface, tomate, milho e guacamole, e como normalmente faço, em lugar de elegir batatas fritas pego uma salada para assim poder fazer espaço para todas as sobre mesas. Torta de limão, café, frutas vermelhas e taças de chocolate em nata cozida con frutos que quando come se derretem na boca.

Nos sentamos ao lado de um par de finlandezes que provavelmente foram hippies nos anos 70, seguem mantendo esse estilo. O homem tem o pelo largo, uma camisa de denim e calça de cor café.

Se sorpreenderão por minha raça e minha aparência e me perguntaram de onde vinha. quando lhes disse que era de Roma se interesaram mais por mim, porque eles decidiram planejar uma fuga romatica a Roma para seu aniversário em setembro. Me perguntaram qual são os melhores lugares para visitar e se podia sugerir algum restaurante que não seja turistico. Eu gosto de dar boas referências sobre minha cidade e dar o máximo de conselhos posivel: lugares, caminhos, restaurantes, pizzerias e sorveterias.

DSC00765Me viam como seu herói. Eu gosto de dar referências sobre minha cidade de origem porque ainda que amo viajar, ao mesmo tempo estou orgulhoso de minha cidade e de ser de Romano, assim que quero que as pessoas levem a melhor lembraça posivel de Roma, ainda que tenho certeza que comigo ou sem mim levarão.

Depois dos meus conselhos, conversamos sobre a situação política atual em Finlândia. me diseram que não está mal, mas que o povo enteiro tinha carinho com o ex-presidente, que chegou ao fim do mandato e teve que abandonar. Tão rápido como ao terminar o café sai correngo para a cabine como se o barco fosse afundar.

 

– TOELETTEN!!!!

Esta é uma palavra que não esquecerei facilmente, ainda mais depois de tudo o que comi era innevitável. Fredrick me sigue rindo em voz alta e enquanto estou no banheiro, pasando por la porte, ele me lembrou do supermercado e a situação em Lapônia.

Depois da “entrega” caminhamos ao redor do barco e não consigo entender o tamanho do barco. O corredor da entrada se vê como o de um shopping e aos lados do 7º andar tem dois quartos: na direita um piano bar com mesas de jazz como a linda época dos anos 20, com lâmpadas de sombra sobre as mesas, a esqueda uma taverna (bar) estilo sueco-americano com pequenas mesas de madeira e um homem sueco cantando música do seu tempo com orgulho, com sua mão no peito, como se fosse o hino nacional.

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Estamos curiosos a respeito do andar onde se encontra o club: se chama andar Nova York porque as paredes lembram a Quinta Avenida, Times Square, o Centro Rockfeller, Broadway e o edifício Empire State e Wall Street.

Toda essa atismoféra me faz pensar que em poucos dias realmente estarei ai, sem posters, sem imitações, meus olhos adimirarão a versão original. Enquanto mais vejo os sinais de rua pintados na parede, mais aumenta meu desejo de chegar a Nova York.

Escondo a adrenalina de Nova York e penso no presente. Antes de que chegue a Grande Quadra, ainda me faltam alguns dias em Escandinava. Quero disfrutar cada momento.

A maioria das pessoas estão sentadas nos sofas e um grupo de garotos hindus e um viking estão dançando heavy metal, uma cena de circo. Olho horrorizado a Fredrick que me devolve a mesma expresão. Olho entorno do quarto e descubro que os outros também estão alterados pela situação. Espero por seu próprio bem que estejam drogados ou bebados, porque se isso é normal seria algo pelo que se preocupar.

Voltamos a cabine. Subo a cama de cima a de Fredrick, ele já se havia deitado fazem 10 minutos. Aproveito a inspiração das ondas e especialmente da wifi livre.

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